Centros e o trabalho harmônico do homem

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Uma das particularidades de Gurdjieff é considerar que o ser humano não tem um cérebro e sim três. Além disso que temos vários outros centros que executam funções praticamente de forma autônoma e sem uma adequada relação harmônica entre eles. Para Gurdjieff somos mais do que máquinas. Somos máquinas desreguladas, desajustadas, onde um centro rouba a energia do outro e está por executar tarefas de outro centro sem a devida autoridade ou correta capacidade de atuar assim. É como se o secretário de um presidente decidisse em nome do presidente.

O companheirismo em um grupo de trabalho interior

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A relação entre as pessoas em um grupo de trabalho não deve ser a mesma de outros grupos sociais. Isso porque os outros se tornam nossos espelhos, aprendizes e mestres. Como espelhos os outros nos mostram nossas boas e más qualidades. Os outros, quando se colocam como aprendizes, torna você mestre que lhes ensina algo. Dessa forma, quando os outros são nossos mestres, você se torna o aquele que deve aprender algo. O grupo tem esse grande objetivo de permitir essa imensa troca. No entanto, se faz necessário entender a transição entre a primeira linha de trabalho (trabalho sobre si) e a segunda linha de tralho (trabalho com os outros).